O SABOR DE PALMAS

O SABOR DE PALMAS

LIVRE PARA TODAS AS IDADES

 

Pequi, pequei

Esbaldei no seu líquido

Adormeci

Viajei

No sabor do Tocantins

Enquanto roia os dedos

Um sabor imenso

De um pôr do sol nascente

Que não se cansa e nem espreguiça

Se estica além das  06 h da tarde.

Achei  você, Palmas!

Verdade, dona comadre.

Um papo, rodada de prosa.

Olha ali, o sabiá, no acolá

numa rebordosa.

Passeantes ararinhas em linha reta no céu

os tucanos e

Um chambaril perfeito  para

refrescar 

Dias quentes,

Dormentes, calor

De matar...

Queimadas

Peguem as Enxadas,  sigamos em frente

Trabalhar!

É o sobreviver!

Palmas

Quero e  lhe venero

E porque estou cá

De braços abertos

 Entrego-te em vida

Para sempre lhe amar

Seja na dor, alegria

Tu não és fria...

Iremos saldar

Os dias finos que se inventam

Proibido enjoar.

Uma capital que vive a eternidade e

Sabe

faz o mais belo arraiá.

No Natal enche as praças de estrelas

pião, pisca piscas,  crianças cintilam

 meninos, vagalumes do mato

seguem serelepes, no simples e belo

Esbaldar.

Terra encantada de povo sertanejo,

que ama mangulão, frito de queijo                                          

tapioca, açaí

pão de queijo.

Cidade nova de sabor, mistura de Brasis,

Hoje me encanto com suas fontes

És aventura viva

Sentes tudo

Nos torna feliz!.

Juíza de Direito Luciana Aglantzakis; Membro da Academia Palmense de Letras (APL) - 14/02/2022

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