ALA – atitude, liderança e ação. Série boas práticas empresariais – BPE

Publicado vários artigos nesta coluna com sugestões práticas em gestão, comércio e finanças pessoais e da família, que acredito ter efeito nas organizações e coletividade, tratando de ações pontuais que podem ser praticadas no cotidiano de empresas, pessoas e famílias, que motiva a comentar, pesquisar e comemorar, sobre boas práticas empresariais – BPE.

            Detalhes a parte vamos ao pensamento deste texto, dias atrás me procuraram para comentar (informal), sobre o cenário da crise econômica no âmbito nacional, vivenciada por muitos (não todos) e apresentada na mídia já em passos lentos a meu ver, sobre que ações poderiam ser direcionadas no ambiente organizacional (local), como BPE.

            Não perdi a oportunidade de pronunciar sobre as ações ALA (ATITUDE, LIDERANÇA e AÇÃO), que são dicas sugestivas com vistas à produtividade e resultados para empresas e famílias, ou seja, produto de consultoria adequada.

            Comecei expondo para perguntador uma reflexão, mais ou menos assim “moravam 19 pessoas numa casa, sendo uma criancinha de 2 anos, está por sua vez fez suas necessidades fisiológicas no centro da casa (sala), ninguém limpou naquele momento, os outros 18 pisaram na merda o dia todo, no final do dia a casa estava só a mer...

            Desculpem o excesso na linguagem, mas o momento empresarial e o contexto do orçamento das famílias devem ser focados na ação e superação, em especial do que estamos vendo, sentindo e não agindo, digo a todos “algo pode ser feito”.

Disse ao perguntador que o papo de crise vende revista, livros, documentários, heróis, jornais e dentre outros, e que o tempo é de cada qual fazer sua parte, otimizando recursos e medindo resultados, repensando o negócio, migrando e focando o você ou eu.

Reflita se tivessem limpado o dejeto a casa estava limpa (conexão com o pensamento do parágrafo da reflexão).

            Atendimento, vendas, organização, liderança, motivação, finanças, projetos, governança, educação corporativa, tecnologia, devem ser customizados (personalizados), isso mesmo, não adianta sugerir modelos promissores de organizações de ponta, ou apostar no olhar visionário da literatura cientifica, haja vista o fator tempo e dinheiro em questão, dueto que pequenas e micro empresas não possuem em curto prazo.

            Exemplo, empresários que abrem suas firmas porque conseguem um contrato ou um “boom” do mercado, vivem por um tempo e morrem, não há reflexão no acontecido, apenas mais um número, construções começam com o terreno apropriado, é necessário apropriar bons terrenos para lucrar e crescer no mercado, será o culpado a crise.

            Dias atrás fiquei sabendo de uma organização que tentou negociar sua locação onde funcionava sua base, não houve acordo, a empresa fez distrato, pagou a multa, locou outro estabelecimento e está tocando bem seus negócios, prática real da ALA (atitude, liderança e ação), simples, mas poucos agem.

            É assim mesmo, teste o que você puder na sua empresa, e terás resultados.

            No caso do orçamento familiar e finanças pessoais, dizer não ao péssimo investimento e desperdício (consumo de bens duráveis ou não) é hora de ser racional e não passar necessidades, fidelize com quem fedeliza com você.

Parece que praticar orçamento familiar, se assimila com um bom programa de TV (de sexta-feira), que assistimos e só motiva a operacionalizar ações no momento do programa, no dia seqüente parece tão difícil aplicar, não deveria ser assim (lembro de tantos episódios do G. Repórter sobre orçamento da família, legais e práticos).           

            Nas carreiras (profissões) repensar suas aptidões, habilidades e possíveis migrações, são visões do cenário de ontem e do atual, não se entregue há um bom marketing de profissões que o mercado não carece nem a curto, médio e longo prazo, invista seu tempo e dinheiro com aspirações e desejos palpáveis, lembre você não está sozinho. (espero que entendam o meu recado estudantes)

            Muito se fala de capacitação, conheço pessoas que tem 15 certificados e ainda faz cursos, que dia vão aplicar os conhecimentos no mercado, só vivem em cursos, se for seu caso, aplique, proponha algo novo na sua firma, ação, até difícil fazer tal comentário, pois sou facilitador de treinamentos, mas é isso mesmo.

            Não exclui o papel do Estado (Executivo, Legislativo e Judiciário), na promoção do fomento econômico nacional, este, já sabe o que fazer...

            Atitude , lema um, encarar o conhecido, digo conhecido, crise é crise (o empresário brasileiro conhece bem crise), ações devem ser tomadas, ajustes aqui, ali, em especial a atenção à logística, localização (ponto) e os arranjos estruturais de sua organização, são táticas pontuais que podemos acionar hoje.

            No meu caso, em especial na corretagem de imóveis, cobro à hora técnica por visitas com potenciais vendedores/compradores de imóveis, quando o cliente paga sei que o negócio é sério, quando a relutância sei que vou ter prejuízo em atender.

            Comece com uma análise pessoal (liderança pessoal), deixe de comparar suas operações com as de terceiros, reduza se for o caso, reestude seu mercado, pense em novos serviços e produtos, são aspectos da liderança e ação na proposta do ALA, reclamar da política econômica nacional, murmurar ou lembrar de outrora temporal (bons tempos), não vai alavancar seu negócios, nem sua vida financeira.

            No caso do perguntador, disse para ele sentir novos mercados, novas aptidões pessoais e talvez um período para pensar em novidades (férias).

            Lembrando, o Brasil e riquíssimo tanto no lastro financeiro, como em riquezas naturais, povo alegre, pacífico e adaptável.

            Deus abençoe a todos e tenha atitude ALA.

   

*ROGÉRIO LOPES, é crente em Jesus Cristo, tocantinense, portuense, palmense, Meneger Financial Personal, Administrador de Empresas, Instrutor de Cursos, Especialista no Agronegócios, Corretor de Imóveis e Perito Avaliador Imobiliário. [email protected]

Rogério Lopes, colunista JusTocantins - 24/06/2016

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