Homem é preso por violar ordem de proteção e perseguir ex-parceira em Araguaína; chegou a dizer que nenhuma medida iria evitar suas ações

Ao ser intimado sobre a medida protetiva, o agressor ousou ameaçar o oficial de justiça, declarando que, se fosse preso, após sua libertação, buscaria a vítima para matá-la

 

Na manhã da última terça-feira, 7, a Polícia Civil do Tocantins,  prendeu um homem de 25 anos que é investigado por praticar violência doméstica contra sua ex-companheira. A captura ocorreu no Setor Rodoviário, em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pela Vara de Combate à Violência Doméstica de Araguaína, após representação da autoridade policial. A delegada Sarah Lilían comandou a operação.

A delegada relatou que o acusado, não aceitava o término do relacionamento, assim passou a intimidar, ameaçar e proferir xingamentos à sua ex-companheira. Após a vítima obter uma medida protetiva de urgência, buscando evitar a aproximação do agressor, este intensificou as ameaças, inclusive enviando numerosas mensagens ameaçadoras ao celular da vítima.

A comandante da operação Sarah Lilian descreve que o indivíduo chegou ao extremo de desafiar qualquer medida protetiva, afirmando que nenhuma delas seria capaz de evitar suas ações.

Ao ser intimado sobre a medida protetiva, o agressor ousou ameaçar o oficial de justiça, declarando que, se fosse preso, após sua libertação, buscaria a vítima para matá-la. Diante dessas ameaças e para garantir a segurança da vítima, a Polícia Civil intensificou as buscas, resultando na localização e captura do agressor.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil em Araguaína e, após os procedimentos legais, foi encarcerado na Unidade Penal Regional Local, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.

A delegada Sarah Lilian salientou a relevância dessa prisão, considerando o risco iminente que o acusado representava para a vida da vítima. E ainda reforçou que se tratava de um indivíduo extremamente perigoso e que a rápida intervenção da 3ª DEAM foi essencial para prevenir qualquer ação mais grave contra a vítima.

A delegada Ana Maria Varjal, também da 3ª DEAM, destacou que ações como essa são fundamentais para interromper o ciclo de violência contra a mulher.

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