As obras da sétima célula de disposição final de rejeitos no Aterro Sanitário de Palmas avançam no cronograma e já completam cerca de 60% dos trabalhos previstos. A intervenção, iniciada em outubro de 2025, tem como meta a entrega oficial ainda no primeiro semestre deste ano, garantindo a continuidade do serviço essencial de manejo de resíduos na capital.
Um dos principais marcos da obra é a aplicação de 67 mil metros quadrados de manta impermeabilizante de polietileno de alta densidade (Pead). Com dois milímetros de espessura, o material é projetado para atuar como uma barreira física, impedindo que líquidos penetrem no solo e preservando o lençol freático contra contaminações.
Além da manta, o projeto de engenharia contempla:
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Sistema de drenagem de chorume e captação de gases;
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Construção de canaletas de contorno;
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Drenagem superficial e cobertura vegetal da área.
Capacidade operacional e investimento
Com um aporte de R$ 9,3 milhões, a nova estrutura terá vida útil estimada em cinco anos. A sétima célula passará a operar de forma imediata assim que a sexta unidade, atualmente em uso, atingir sua capacidade máxima de recepção. Atualmente, o aterro sanitário de Palmas processa diariamente cerca de 400 toneladas de materiais, incluindo lixo domiciliar, limpeza urbana e resíduos da construção civil.
O secretário municipal de Infraestrutura e Habitação, Paulo Cezar Monteiro, enfatiza a relevância da obra para o planejamento urbano. “Estamos investindo em uma estrutura moderna, segura e ambientalmente responsável, que garante a continuidade da destinação correta dos resíduos sólidos de Palmas. A implantação da sétima célula reforça nosso compromisso com a saúde pública, com a preservação do meio ambiente e com o planejamento da cidade”.






