A 2ª Delegacia Especializada de Atendimento a Vulneráveis (2ª DAV – Araguaína) concluiu nesta semana o inquérito policial que apurava o estupro qualificado de um adolescente no norte do estado.
O investigado, identificado pelas iniciais S.F.P.A., foi formalmente indiciado após a Polícia Civil reunir provas que confirmam a autoria e a existência do crime.
O caso começou a ser investigado depois que a própria vítima procurou a delegacia para denunciar o crime, ocorrido no dia 29 de maio.
De acordo com o relato do jovem, o suspeito ofereceu uma carona e, em vez de seguir o trajeto combinado, desviou a rota para uma área afastada da zona urbana de Araguaína. No local isolado, o adolescente foi forçado a praticar atos sexuais sob graves ameaças e constrangimento.
Câmeras e perícia ajudaram na identificação
Logo após o registro da ocorrência, os agentes da delegacia especializada iniciaram buscas na região.
O veículo utilizado pelo criminoso foi identificado por meio da análise de imagens de câmeras de segurança instaladas no município e de levantamentos de campo.
O avanço do trabalho policial permitiu localizar o homem e recolher os elementos necessários para fechar a investigação.
Além dos depoimentos e do rastreamento do automóvel, exames periciais realizados pela Polícia Científica reforçaram as provas técnicas contra o investigado.
Alerta sobre possíveis novas vítimas
O delegado Charles Marcelo de Arruda, que coordenou os trabalhos, explicou que a agilidade das equipes foi decisiva para que a apuração avançasse em poucos dias.
“Assim que a ocorrência foi registrada, nossas equipes iniciaram um trabalho investigativo intenso, que envolveu análise de imagens, levantamentos e coleta de informações. Em poucos dias foi possível identificar o investigado e reunir elementos importantes para a conclusão do inquérito policial”.
Diante dessa possibilidade, a Polícia Civil orienta que outras pessoas que tenham passado por situações parecidas procurem a sede da 2ª DAV em Araguaína para registrar a denúncia.
Informações que ajudem em outras frentes de investigação também podem ser repassadas pelo telefone (63) 3901-7488, com a garantia de sigilo absoluto.
Com o relatório final concluído e assinado pela autoridade policial, o procedimento agora segue para o Poder Judiciário e para o Ministério Público do Tocantins (MPTO), que avaliarão a abertura da ação penal.






