Crianças e adolescentes com diabetes tipo 1 poderão receber sensor de glicose pelo SUS em Palmas; veja como solicitar

Crianças e adolescentes com diabetes tipo 1 poderão receber sensor de glicose pelo SUS em Palmas; veja como solicitar
Foto: Divulgação

 

Crianças e adolescentes de 4 a 17 anos com diabetes tipo 1 e que dependem de insulina poderão receber sensores de glicose gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Palmas. Os primeiros dispositivos devem começar a ser entregues no fim de setembro.

Para ter acesso aos sensores, pais ou responsáveis precisam procurar a Unidade de Saúde da Família (USF) de referência e apresentar a documentação exigida pela Secretaria Municipal da Saúde (Semus).

O benefício é destinado a crianças e adolescentes de 4 anos até menores de 18, com diagnóstico confirmado de Diabetes Mellitus tipo 1, insulinodependentes, residentes em Palmas e matriculados em instituição de ensino pública ou privada na capital.

Entre os documentos exigidos estão Cartão SUS, RG e CPF do paciente e dos responsáveis, comprovante de endereço, comprovante de matrícula e frequência escolar, além de laudo médico atualizado que confirme o diagnóstico e indique a insulinoterapia e o uso dos sensores.

Também é necessário apresentar o Termo de Consentimento atualizado.

Como será a entrega

Depois de receber os documentos, a USF encaminhará o processo do paciente para a Assistência Farmacêutica do município, responsável pela organização da distribuição.

Cada paciente terá direito a dois sensores por mês. Cada dispositivo dura aproximadamente 14 dias.

Na primeira entrega, pacientes, pais e responsáveis receberão orientações sobre a utilização do equipamento.

Como funciona o sensor

O dispositivo permite acompanhar os níveis de glicose de forma contínua, reduzindo a necessidade de medições frequentes com a tradicional picada no dedo.

Os sensores podem ser conectados a aplicativos que mostram as informações sobre a glicose e enviam alertas em situações de níveis elevados ou baixos. Também é possível acompanhar a variação da glicose ao longo do tempo.

Segundo a Semus, o monitoramento pode facilitar o acompanhamento da doença por pais e responsáveis e durante as atividades escolares.

 

Foto de Flávia Ferreira
Flávia Ferreira
Flávia Ferreira exerceu diversas funções no campo da comunicação ao longo de sua trajetória profissional. Iniciou como arquivista de texto e imagem evoluindo para a posição de locutora de rádio. Ao longo do tempo, expandiu a atuação para a área de assessoria de comunicação, desempenhando papéis importantes em órgãos como a Secretaria da Comunicação (Secom), Detran e a Secretaria da Administração (Secad), no Tocantins. Flávia Ferreira é graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Tocantins - UFT
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