Com apenas um servidor efetivo, Câmara de Alvorada terá que planejar concurso após decisão da Justiça

Com apenas um servidor efetivo, Câmara de Alvorada terá que planejar concurso após decisão da Justiça
Foto: Marcelo de Deus/Dicom MPTO

 

O Poder Judiciário acolheu Ação Civil Pública (ACP) do Ministério Público do Tocantins (MPTO) e determinou que a Câmara Municipal de Alvorada estruture seu quadro de servidores efetivos.

Atualmente, o Legislativo conta com apenas um servidor concursado, sendo a maioria das funções exercida por comissionados e temporários.

O último concurso público realizado pelo órgão ocorreu em 1999. Segundo a decisão judicial, cargos em comissão devem ser restritos às funções de direção, chefia e assessoramento, não podendo ser utilizados para atividades rotineiras da administração.

Determinações e prazos

A Câmara tem o prazo de 30 dias para apresentar um estudo técnico detalhado que aponte:

  • As funções permanentes da casa;

  • O número necessário de cargos efetivos;

  • O impacto financeiro para a realização de concurso público.

Além disso, a Justiça proibiu novas nomeações de comissionados ou contratações temporárias para funções permanentes.

Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 2 mil por ato, com teto inicial de R$ 100 mil. O inquérito aponta omissão administrativa prolongada por parte do Legislativo municipal.

Foto de Flávia Ferreira
Flávia Ferreira
Flávia Ferreira exerceu diversas funções no campo da comunicação ao longo de sua trajetória profissional. Iniciou como arquivista de texto e imagem evoluindo para a posição de locutora de rádio. Ao longo do tempo, expandiu a atuação para a área de assessoria de comunicação, desempenhando papéis importantes em órgãos como a Secretaria da Comunicação (Secom), Detran e a Secretaria da Administração (Secad), no Tocantins. Flávia Ferreira é graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Tocantins - UFT
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