A distribuidora de energia Energisa Tocantins anunciou a previsão de um aporte de cerca de R$ 700 milhões para o ano de 2026, com foco em obras de expansão, modernização e manutenção da rede elétrica em áreas urbanas e rurais do estado.
O planejamento é divulgado em um cenário de temperaturas elevadas, estiagem severa e aumento do risco de queimadas florestais na região do Cerrado, fatores que elevam a pressão sobre o sistema de distribuição.
De acordo com as informações institucionais do Relatório de Sustentabilidade 2025 da companhia, a estratégia para tentar reduzir as quedas de energia envolve o uso de ferramentas como monitoramento por satélites, vistorias com drones e sistemas automatizados de controle remoto para detectar falhas com maior agilidade.
A empresa informou que os indicadores que medem a duração e a frequência das interrupções do fornecimento de eletricidade no ano anterior ficaram abaixo dos limites máximos tolerados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), órgão regulador do setor.
Planos de contingência e monitoramento da vegetação
O plano operacional para mitigar as falhas causadas por fatores ambientais abrange o manejo preventivo de galhos e árvores localizados próximos aos cabos de alta e baixa tensão, o acompanhamento das frentes de calor e a execução de protocolos de resposta rápida para casos de incêndios que atinjam as faixas de servidão das linhas de transmissão.
“O monitoramento permanente permite identificar riscos com antecedência, agilizar a atuação das equipes e reduzir impactos no fornecimento de energia”, pontuou Alberto Cunha, diretor técnico-comercial da Energisa Tocantins, ao detalhar as ações de contingência para os períodos de seca prolongada e vendavais.






