MPF diz que vai depender de denúncias para fiscalizar candidatos na internet

Propaganda eleitoral tanto na internet quanto em outros veículos ela começa no período correto diz Rodrigo

 

Alessandra Sousa
Da Redação

Foto: Divulgação
Procurador eleitoral Rodrigo Luiz comentou sobre o que pode ou não na campanha na internet

O procurador de justiça, Rodrigo Luiz Bernardo, reforçou durante entrevista ao CT, que a época de se fazer propaganda eleitoral é a mesma de qualquer outra propaganda. “A propaganda eleitoral tanto na internet quanto em outros veículos ela começa no período correto, então qualquer propaganda seja na internet ou fora dela hoje é propaganda antecipada e o responsável está sujeito à multa. A partir do momento em que se permite a propaganda, 6 de julho, passa-se a poder fazer propaganda”, disse.

De acordo com o procurador, na internet não é permitido fazer propaganda paga em sites de pessoas jurídicas, portais na internet, com ou sem fins lucrativos ou em sites oficiais ou hospedados por órgãos ou entidades da administração pública. “No site do partido ou no site do candidato não tem problema”, afirmou.

 


Fiscalização
Rodrigo confessou que a fiscalização na internet é provavelmente a mais difícil de todas. Para o procurador as denúncias de internautas e de outros partidos serão fundamentais para o sucesso dessa fiscalização. “No processo eleitoral tem uma vantagem de que um partido fiscaliza o outro. O melhor fiscal de um candidato é o seu adversário. Então aquele que disponibilizar serviços incorretos na internet estarão sujeitos a ser pegos pelos usuários daqueles canais, pelas autoridades da justiça e pelos seus adversários políticos”, explicou.

 

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Extraído do Portal CT - 27/05/2012

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