Três pessoas são condenadas por estrangular, esfaquear e ocultar corpo de jovem em mala na cidade de Araguaína

O julgamento aconteceu na última quarta-feira, 24

 

Três pessoas foram condenadas pelo Tribunal do Júri em Araguaína pelo assassinato de Higor Pereira Gomes, de 20 anos. O crime envolveu o estrangulamento e esfaqueamento da vítima, cujo corpo foi posteriormente encontrado dentro de uma mala em uma rua da cidade.

O corpo de Higor foi encontrado em 20 de novembro de 2022, apresentando pelo menos 14 perfurações. Ele estava com a cabeça e parte das pernas e pés para fora da mala.

CONDENAÇÕES E MOTIVAÇÃO

Os condenados pelo homicídio são Weverton Oliveira Gouveia, sentenciado a 25 anos e 11 meses de reclusão; Pablo Oliveira de Sousa, com pena de 23 anos e nove meses; e Karla Almeida Milhomem, que cumprirá 22 anos, oito meses e sete dias de prisão. O Ministério Público Estadual (MPTO) alegou que o crime foi motivado por uma disputa entre facções criminosas rivais.

DETALHES DA INVESTIGAÇÃO 

A investigação revelou que Higor foi levado para uma residência, onde foi amarrado, estrangulado com uma corda e agredido com chutes, pancadas e facadas no pescoço e nas costas.

VERIDITO DO JÚRI 

O julgamento aconteceu na última quarta-feira, 24 , com os jurados aceitando as teses da promotoria. Os réus foram condenados por homicídio qualificado, motivado por razões torpes e com o uso de tortura, impedindo qualquer defesa por parte de Higor.

Também responderão por organização criminosa, ocultação de cadáver e furto qualificado, devido ao roubo do celular da vítima durante o crime.

 

 

Foto de Flávia Ferreira
Flávia Ferreira
Flávia Ferreira exerceu diversas funções no campo da comunicação ao longo de sua trajetória profissional. Iniciou como arquivista de texto e imagem evoluindo para a posição de locutora de rádio. Ao longo do tempo, expandiu a atuação para a área de assessoria de comunicação, desempenhando papéis importantes em órgãos como a Secretaria da Comunicação (Secom), Detran e a Secretaria da Administração (Secad), no Tocantins. Flávia Ferreira é graduada em jornalismo pela Universidade Federal do Tocantins - UFT
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