Uma questão. Opiniões administrativas após falecimento de um ente querido? Finanças da Família - Estudos Sociais

Rogério Lopes* - 01/04/2019

Relevante tema.

Dia desses num dos trabalhos em finanças (ficção) fui submetido a uma questão cabulosa e não casual: Quais as principais providências que uma família deverá tomar quando ocorrer óbito de uma pessoa adulta na família?

Minha reposta foi a do ponto de vista das finanças da família e sem orientação sobre as providências funerárias (sugestões sem ordem sequencial do ponto de vista de gestão):

a) informar à agência bancária onde o falecido era correntista sobre o fato, peticionar o bloqueio temporal da(s) conta(s); verificar como obter saldos, valores aplicado e débitos (O gerente do banco vai informar quem poderá dar continuidade nestes procedimentos).

b) dar baixa na Carteira de Trabalho, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Contribuinte Pessoa Física (CPF), Registro Geral (RG), Titulo de Eleitor e Cartões de Crédito (comunicar nos órgãos de origem que expediram esses documentos, levar cópia do óbito, ações sob orientação do inventariante);

c) acionar se for o caso, o seguro de vida, auxílio funeral na municipalidade, e pensão por morte ou benefício social (Seguradora, Prefeitura e INSS);

d) proceder à abertura do inventário (formalizar a divisão e transferência de bens, direitos e dívidas) (sugiro advogado especializado)”.

Expresso, o assunto é profundo e carente de análise.

Resposta sucinta, sem caso concreto, apenas um comentário administrativo/gestão e imediatista como resposta daquele questionamento.

Muito constante, um plano funerário, testamento formal e união familiar seriam bons apoiadores na questão.

Parametrizando, estou compartilhando o assunto pois considero salutar sua abordagem em finanças da família.

Morte de um ente querido é real, ações são consequências necessárias.

Aspectos de fé, psicológicos, sociais, administrativos e jurídicos podem auxiliar as famílias no processo de consolo e continuidade.

Finanças da família são possibilidades, ações e reações, pressupostos de segurança no bom uso do seu dinheiro.

Termino com uma narrativa imaginária de minha autoria:

 Um rei, em seu fabuloso jardim, disse a seu fiel servo: Vou tirar sua vida e você voltará para me informar como é a vida após a morte. O servo fiel disse: Seria uma honra servir o rei, mas não posso me dar ao luxo de morrer antes de Vossa Majestade, pois assim seu poder, nobreza e soberania seriam discutidos e mal interpretados na corte. O rei sábio disse ao servo: Deixa esse assunto para outra ocasião...

Rei inteligente, servo experiente.

Sejamos inteligentes e experientes em finanças da família.

Deus os abençoe!

 

*Rogério Lopes, é crente em JESUS CRISTO, facilitador em Finanças da Família, administrador de empresas; Especialista no Agronegócios; Articulista em Negócios; corretor de imóveis; perito avaliador imobiliário e colunista do site JUSTOCANTINS.  [email protected]

 

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