Princípio Palácio, defesa e ataque. Suas aplicações nas finanças da família. Texto da série quero ser Rico.

Investir em suas finanças é prazeroso, mas quais são as ações de manter e defender seu estilo de vida relativo ao uso do dinheiro.

No cenário de uma tarde qualquer, a população estava em seus afazeres do cotidiano, mas naquele reinado as atividades eram de preparação para uma guerra iminente.

Estado de guerra pode ser um pensamento e ponto de partida para ações cirúrgicas em finanças da família, para que os gestores do lar (mantenedores), busquem práticas de fortalecimento e empoderamento, com vistas a otimizar a aplicação do dinheiro frente às demandas de consumo em ambiente familiar.

Avaliar, planejar e agir, são táticas de um teatro de guerra.

O principio palácio, por ser sugestivo como apoiador do uso do dinheiro, é amparar no que diz respeito a defender nosso lar, bem como atacar em momentos propícios.

Evidente que é apenas uma reflexão.

Confirmo que é necessário preparar mecanismos de defesa e ataque em finanças, como fazem os reinos (países, empresas, conglomerados) para protegeram seus palácios.

Nos palácios, estão as riquezas e legado de um povo.

Em nossos lares, as pessoas são a riqueza, sendo necessários preparos de defesa e ataque. 

Em palácios como premissas de proteção, existe fosso, rio, muros, guardas, espias, rotas de evacuação, mantimentos para períodos de escassez, armas, soldados, cavalos, bombas, comunicação, treinamento, dentre outras estratagemas.

Como premissa de ataque está um exército forte, motivado e equipado, pois tanto a defesa como no ataque, as manobras e ações devem ser de fácil assimilação e acesso para seus usuários.  

Esse modelo de proteção e ataque em finanças da família poderá ser direcionado na aplicação do uso do dinheiro, basta que a unidade familiar entenda que as finanças carecem de proteção, bem como seus usuários.

Veja, nas famílias aquisições de bens, serviços e obrigações, são naturais, reais é contínuo, pois somos um sistema vivo que pode morrer ou sofrer, dentre tantas ameaças existentes.

Um caso interessante, é a parte de conhecer e reconhecer que suas despesas (aplicações), não podem ultrapassar suas receitas por período, parece simples, mas muitos estão expondo o início do endividamento financeiro, que pode gradualmente desproteger seu reino.

O princípio palácio, é trivial, é deve ser aplicado como mecanismo de apoio aos gestores do lar, como estratégia para dar continuidade e alavancagem nas finanças de sua família.

Finalizo com causo de minha autoria:

Os muros daquele palácio estavam destruídos. O rei não tinha noção do que fazer para resolver a situação. O bobinho da corte, vendo a oportunidade de se dar bem, propôs ao rei: que todos no reino, voltassem suas atenções para a recuperação dos muros da cidade, largassem seus afazeres, e cuidassem de proteger o palácio a cidade e as suas famílias. Uma medida tão simples e prática que caiu nas graças do rei. No outro dia no decreto do rei, foi nomeado o bobinho da corte, para governar os cidadãos do reino a reergueram os muros do seu palácio.

Assim mesmo, ações simples para resultados extraordinários em suas finanças.

Sucesso em finanças.

Deus os abençoe!

 

*Rogério Lopes é crente em JESUS CRISTO, facilitador em Finanças da Família, Administrador de Empresas; Especialista no Agronegócios; Articulista em Negócios; Corretor de Imóveis; Perito Avaliador Imobiliário, Auditor Interno e Colunista do site Justocantins.  [email protected]

Rogério Lopes* - 12/08/2021

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