Crise econômica de todos ou de alguns ? Anotações históricas. Série finanças da família

Calma são apenas anotações históricas, sou otimista e apoiador de oportunidades.

Numa orientação financeira recente, um cliente me perguntou se nosso país está mergulhado numa crise financeira sem precedentes, pedi para ele tempo para a resposta que demorou onze dias, não vou narrar para o leitor, pois em consultorias não é ético tal discursiva, pois minha resposta foi personalizada.

Certo é que economia por ser ciência, deve ser considerada por ângulos sociais, culturais, geográficos, ambientais, étnicos e monetários.

Penso que comentar crise financeira não é algo surreal, acredito que crise ou crises, são dos viventes. Veja quando não existia a roda, que crise, depois a inventaram e acabou a crise, já a crise dos combustíveis fosseis ainda não tem solução mas muitas alternativas. As crises estão por aí, tem até gente inventando crise para promoção pessoal, institucional, comercial, outras, um sonho.

Crises podem ser nicho de negócio para um consultor em finanças pessoais. Crise financeira realidade ou não precisa de remédio gerencial, administrativo e comportamental, é como doença. Mas alegria, tem tratamento.

É isso, crise é crise, que lindo slogan de camiseta.

Na primeira quinzena de junho deste ano, conversando com um empresário do ramo de entretenimento e excursões de Araguaína/TO que esteve com uma turma (clientes) em Balneário Camburiu-SC, comentou que no dia que foram no parque Beto Carrero World (Penha-SC), tinha cerca de 7 mil usuários do parque, brincando, divertindo, comendo e felizes da vida, fiquei alegre com a informação, pois sabemos que finanças pessoais proporcionam planos para lazer. O que me chamou à atenção na conversa foi o fato de que o noticiário geral traça uma crise financeira sem precedentes para os brasileiros.

Também de junho, presenciei ao buscar parentes no aeroporto de Palmas/To, a chegada de 3 vôos seqüenciais, lotados, visualizei bem a crise...naquela situação.

Minha reflexão: Verifico que a crise econômica como narrada na mídia não é de todos, depende das variáveis (designa uma grandeza que pode ser definida e medida), no caso de finanças da família me refiro à comportamental que por sinal não pode ser medida, pois um pensa de um jeito outro de outro, aí segue centenas de milhares de pensamentos.

Parabenizo aqueles que estão se divertindo com seus entes queridos. Nisso educação financeira por dar continuidade nos planos da família no uso do dinheiro, pode sim ajudar, o que não podemos preconizar como uma assertiva aceitável é que todos estão num ambiente de crise financeira sem limites.

Faço analogia num período de crise financeira que passei no período de meus estudos superiores, o dinheiro era pouquíssimo, idéias menos ainda, mas dia vi minha moto (HORIZONTE) parada com um capacete no retrovisor pendurado, pensei vou fazer corridas de moto-táxi e deu certo, minha situação financeira mudou, lembro que o salário mínimo naquela época era R$ 70,00, passei um dia com um cliente, ganhei R$ 40,00, foi um salto moral, intelectual e financeiro.

No relato do parágrafo anterior, confraternizo com famílias ou pessoas que estão em processo de crise financeira, para que esqueçam a crise econômica Brasil denominada pela imprensa nacional, foque soluções pessoais e familiares, pois há soluções.

Minhas sugestões:

A – busque benção de Deus para a solução de sua crise;

B – finanças na ponta do lápis (despesas x receitas x justificativas);

C – desligue a mídia, noticiários direcionados não vão te ajudar;

D – delimite as razões de sua crise (o porquê), delimitando cesse o problema primário;

E – tenha pelo menos 3 caminhos de soluções; (neste caso foque seu ponto forte, o que você sabe fazer com perfeição)

F – comece a olhar para cima, lados, atrás; as vezes a solução está na sua frente (lembra fui ser moto táxi);

G – peça ajuda a pessoas que superaram crises financeiras (converse com estas pessoas, lembre-se você tem inteligência);

H – converse com seus credores e devedores. Negocie divida e créditos, caso não haja negociação leve o caso ao Judiciário;

I – não desespere, vai passar, mas faça pelo menos o trivial.

Tenho ouvido, pesquisado e vivido casos em finanças da família, tem pessoas que não somam para nada, outras desesperadas no quesito finanças, o comum destes são os hábitos de consumo, comportamentos traiçoeiros, crônicos e muitas vezes sazonais que endividam e empobrecem muitos na sociedade.

Faça um exercício, converse com uma pessoa que você acredita está em condições difícil em finanças e outra que se encontra em ascensão ou bem equilibrada em finanças, como conseguir isso não faço a menor idéia, só sei que é um ótimo exercício, com resultados especiais para você e sua família.

Lembre, sempre a possibilidades de recomeço.

Fique firme, estamos ligados em finanças em 2017.

Deus abençoe a todos.

ROGÉRIO LOPES, é crente em Jesus Cristo, Facilitador em educação financeira, Administrador de Empresas, Especialista no Agronegócios, Corretor de Imóveis e Perito Avaliador Imobiliário. [email protected]





Rogério Lopes, colunista JusTocantins - 05/07/2017

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