Faça a pergunta sobre o uso do 13º salário para um consultor financeiro. Finanças da Família, sugestão final de 2015

Como consultor financeiro sou clássico na sugestão do uso do 13º salário, sigo com tranqüilidade a orientação técnica adotada por diversos profissionais do setor, e sugiro pagar contas atrasadas ou não, poupar (poupança) e se organizar para a quitação dos tributos em 2016.

Mauro Halfeld e Mara Luquet, comentaristas em economia da rádio CBN-Brasil (http://cbn.globoradio.globo.com/), em seus comentários de 24 e 13/11/2015, despertam o pensamento clássico do uso do décimo terceiro salário. 

Minha sugestão baseia-se no mecanismo de proteção da família no trato com dinheiro, arriscar para que, pague, poupe, quite e fique em paz, mas se você for especialista em investimentos, mãos a obra.

Em finanças da família, as pessoas que nos procuram quase que sempre estão atrasadas no quesito “planejamento financeiro”, vivenciam o limiar da dívida ou o “caos” instalado, mas que acreditam na revisão de aspectos que podem aliviar ou frear o processo de endividamento.

Aspectos estes que resumo no comportamento em compras, não se esquecendo da situação do desapego de bens sem resultado financeiro ou mesmo em desuso, que são passiveis de virarem caixa (R$), que pode ser solução em potencial.

Por isso sou confiante e clássico para sugerir o uso do 13º salário.

Neste pensamento, como o assunto é o bom uso do dinheiro, em agosto de 2015 na cidade do Rio de Janeiro-RJ, ocorreu palestras com o autor do livro “Os segredos da mente milionária”, de T. Harv Eker, não sei o que ocorreu nas palestras, mas recomendo a leitura do livro e também da prática da feitura do orçamento familiar como base inicial para investimentos “milionários”, mas na sua realidade.

Pensando em ficar rico, muitos não mensuram os risco de seus investimentos, não estabelecem o que é lucro ou prejuízo, sigo como exemplo, pessoas que compraram imóveis verticais com vistas a locação ou revenda e não podem nem pagar a parcela do imóvel, condomínio e rateios financeiros existentes deste tipo de habitação, como vão lucrar, por isso recomendo orçamento e leitura especializada em investimentos.

Em 2015 em várias ocasiões comentei nesta coluna sobre finanças da família, orçamento familiar, educação financeira, investimentos pessoais e gestão empresarial, para 2016, nossa expectativa é a ainda melhor, tenho convicção que vai ter muito dinheiro na praça de Palmas-To, empregos e negócios para gerir, com isso, convido você a participar de nossas discussões, por meio da reuniões sobre orçamento familiar e empresarial – ROFEs na sua empresa, os resultados publique, participe, é sim possível fazer frente a “crise” econômica e moral bem noticiada e sentida por muitos.

Como estratégia, relembro que são mais 12 meses e 13 salários, seja razoável, papel, caneta, calculadora, pesquisa, pechincha, negociação e exerça cidadania, fique firme com o uso do dinheiro, situações esperadas ou não esperadas vão acontecer, converse, convença, tenha ação em prol ao famoso “gaste bem”, e afirmo, seu dinheiro só tem valor na sua dependência (seu bolso).

Deus abençoe e boas finanças em 2016.

ROGÉRIO LOPES, é crente em Jesus Cristo, Meneger Financial Personal, Administrador de Empresas, Especialista no Agronegócios,  Corretor de Imóveis e Perito Avaliador Imobiliário.  [email protected]  

Rogério Lopes, colunista JusTocantins - 04/12/2015

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