Quero ser gerente é agora? Estratégia ou empregabilidade. (MERCADO DE TRABALHO)

Ser gerente, líder de equipe ou “coach” (técnico), é uma felicidade com responsabilidade para aqueles que já atuam neste nicho laboral, reflexão, ação e cautela são adjetivos da sua atividade dentro das organizações, independente do seu tamanho (porte), atividade comercial, localização e mercado.

Considero a formação profissional em gerência um dom, intento neste texto comentar itens simples para análise dos que aspiram ser um gerente “maneger”.

Antes, vou relatar o caso de um colega de profissão, que participou para o cargo de gerente em uma entrevista de trabalho numa rede de farmácias, este me ligou para conversar sobre o assunto, eu comentei sobre o sistema empresarial, todos os administradores de empresas por formação conhecem.

Lembrei a ele, input, transformação e output, em outras palavras, entradas, processos e saídas.

Veja, em toda organização entra pessoas, dinheiro, insumos, marketing, tecnologia, conhecimento, atendimento, liderança, logística, leis, responsabilidade, negociação e muitos outros, após esta etapa ocorre o processo, que são procedimentos (com ou sem amparo científico e tecnológico) para obter produtos ou serviços, conciliados por meio de departamentos (administração, finanças, produção, pessoas, vendas, etc), e por fim saídas do produto acabado (produtos ou serviços), como resultado lucratividade ou prejuízo, ok.

Nada de simplicidade, tudo ocorre pela supervisão de gerentes profissionais ou empíricos para que se ocorra o negócio, que sincronia, jogo de cintura e poder.

Tal comentário orientou o colega naquela entrevista, o que aconteceu depois não sei.

Voltando para a função de gerência, faço alguns questionamentos para os interessados, pois considero que podemos sim, ser gerentes:

1 – qual o seu conhecimento, sobre atendimento, administração, finanças, logística, economia, produção, leis trabalhistas e cíveis, pessoas, tecnologia, mercadologia, informática, globalização;

2 – como posso utilizar o conhecimento para obter lucro a terceiros;

3 – como me comprometo com as pessoas (empatia);

4 – quem poderá necessitar de sua gerencia; (contratantes)

5 – como o gerente pode relacionar-se com as redes sociais;

6 – que talento tenho para fazer articulações com minha equipe;

7 – antevejo conjuntura econômica, social e política atual;

8 – sou critico conclusivo, emotivo ou proativo;

9 – e minha comunicação e oratória, tenho coragem de falar em público;

10 – como posso me preparar para assumir funções de liderança.

A lista é grande, mas como, o que, quando, quanto, quem, são assuntos do cotidiano do gerente, pense bem.

Ocorre frustração no meio empresarial na escolha de gerentes pela decisão equivocada (amigo, parente, confiança, etc), lembro que amizade, confiança e outros aspectos do bom cidadão, fazem parte de qualquer carreira, questões pessoais não devem ser requisito para funções de gerencia.

O gerente tem que conhecer as pessoas envolvidas, tecnologia a disposição, os arranjos possíveis, o negócio e o mercado, assim seus resultados podem ser mensurados por períodos.

Empresários querem lucro por meio dos gerentes, por isso estes ganham boas remunerações no mercado, não pense diferente.

Capacitação e observação são as principais estratégias que sugiro para quem quer ser gerente profissional, tais condições estão à disposição de muitos.

Eita Brasil, gerente estratégia ou empregabilidade, depende de você, Deus abençoe.

 

ROGÉRIO LOPES, é crente em Jesus Cristo, Meneger Financial Personal, Administrador de Empresas, Especialista no Agronegócios,  Corretor de Imóveis e Perito Avaliador Imobiliário.

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Rogério Lopes*, colunista JusTocantins - 13/08/2015
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