Homem é indiciado por maus-tratos a cachorro após agressão com chicote; pena pode chegar a cinco anos de prisão

Se condenado, o homem pode enfrentar uma pena de dois a cinco anos de prisão e ainda ser multado

 

Um caso de agressão a um cachorro em Nova Olinda, na região norte do estado, resultou no indiciamento de um homem de 49 anos por maus-tratos a animais. O inquérito foi finalizado nessa segunda-feira, 30 , e revelou que o animal foi agredido com um chicote após urinar na roda do carro do suspeito.

De acordo com a polícia, a agressão ocorreu em maio de 2023, e o cão pertencia a um vizinho do agressor. Utilizando uma ferramenta conhecida como “pinhola”, o homem golpeou o cachorro diversas vezes, levando-o a perder muito sangue e a necessitar de cuidados veterinários.

Prisão e consequências legais

Na ocasião, o homem foi preso em flagrante pela Polícia Militar e levado para a Unidade Penal Regional de Araguaína, mas foi liberado pela Justiça após a audiência de custódia. Com a conclusão das investigações, o inquérito foi enviado ao Poder Judiciário, para apreciação do Ministério Público. Se condenado, o homem pode enfrentar uma pena de dois a cinco anos de prisão e ainda ser multado.

Repercussão e chamado à ação

As imagens do cachorro agredido circularam nas redes sociais, causando revolta na população local. O delegado Fellipe Crivelaro, responsável pelo caso na 33ª Delegacia, ressaltou a importância de denunciar maus-tratos a animais.  “Qualquer pessoa que for flagrada praticando maus tratos a animais responderá criminalmente e se condenada pode pegar até cinco anos de prisão”.

 

Foto de Flávia Ferreira
Flávia Ferreira
Flávia Ferreira exerceu diversas funções no campo da comunicação ao longo de sua trajetória profissional. Iniciou como arquivista de texto e imagem evoluindo para a posição de locutora de rádio. Ao longo do tempo, expandiu a atuação para a área de assessoria de comunicação, desempenhando papéis importantes em órgãos como a Secretaria da Comunicação (Secom), Detran e a Secretaria da Administração (Secad), no Tocantins. Flávia Ferreira é graduada em jornalismo pela Universidade Federal do Tocantins - UFT
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