Minha Casa, Minha Vida registra avanços históricos e amplia o acesso à moradia em 2025

AESCOM/MCID - Agência Gov

O programa habitacional do Governo Federal viveu um de seus melhores momentos em 2025. Com orçamento recorde, próximo de R$ 180 bilhões, o Minha Casa, Minha Vida acelerou contratações, ampliou o público atendido e reforçou sua importância na vida dos brasileiros. O resultado desse esforço apareceu na aprovação popular, que chegou a 90%, segundo pesquisa Genial-Quest.

Ao longo do ano, mais famílias conseguiram sair do aluguel e conquistar um lar com mais segurança e dignidade. Desde 2023, o programa já contratou mais de 1,9 milhão de moradias, com investimentos públicos que passam de R$ 300 bilhões. A meta foi ampliada e agora é alcançar 3 milhões de unidades contratadas até o fim de 2026, um avanço expressivo em relação ao plano inicial.

Esse crescimento também ajudou a movimentar a economia. Em grandes cidades, como São Paulo, o programa respondeu por boa parte dos lançamentos e vendas de imóveis em 2025. A construção civil ganhou força e gerou empregos. Até novembro, foram criadas mais de 192 mil vagas formais no setor, elevando para cerca de 3 milhões o número de trabalhadores com carteira assinada.

Mais inclusão, sustentabilidade e perspectivas para 2026

As famílias de menor renda continuaram no centro das ações. As Faixas 1 e 2, que atendem famílias com renda de até R$ 4.700, concentraram mais de 661 mil moradias contratadas até dezembro de 2025. Esses investimentos contaram com recursos do Orçamento Geral da União e financiamentos com apoio do FGTS, ajudando a reduzir o déficit habitacional em todo o país.

Uma das novidades do ano foi a criação da Faixa 4, voltada para famílias com renda entre R$ 8.600 e R$ 12 mil, que antes não tinham acesso a condições adequadas de financiamento. Essa nova faixa permitiu financiar imóveis de até R$ 500 mil, beneficiando mais de 25 mil famílias ainda em 2025.

O programa também avançou na sustentabilidade. As novas moradias passaram a contar com soluções simples, mas eficientes, como materiais que reduzem o calor dentro das casas, mais áreas verdes e menor consumo de energia. Em algumas obras, a redução da carga térmica chegou a 55%, trazendo mais conforto e economia no dia a dia.

Outro ponto importante foi a atuação em situações de emergência. O modelo de Compra Assistida, criado após as enchentes no Rio Grande do Sul, ajudou mais de 9 mil famílias a retomarem suas vidas, mostrando que o programa também consegue responder rápido em momentos difíceis.

Para 2026, as expectativas seguem positivas. O orçamento do FGTS para habitação será de R$ 144,5 bilhões, o subsídio por família poderá chegar a R$ 65 mil e haverá reajustes nos valores máximos dos imóveis financiáveis, principalmente em cidades maiores. Além disso, novas iniciativas de locação social devem ampliar ainda mais o acesso à moradia digna.

Foto de Barbara Hane
Barbara Hane
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