Mais de 170 quilos de entorpecentes são incinerados após apreensões no sul do Tocantins

 

A manhã dessa terça-feira, 15 , foi marcada pela incineração de um grande volume de drogas em Dueré, no sul do Tocantins. Cerca de 80 quilos de maconha, 20 quilos de cocaína e 70 mil comprimidos de anfetamina foram eliminados em uma ação coordenada pela Polícia Civil, com apoio da Vigilância Sanitária.

A queima dos entorpecentes envolveu equipes da 7ª Delegacia Regional de Gurupi (7ª DRPC) e da 8ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (8ª Deic), e faz parte de uma estratégia conjunta das forças de segurança para esvaziar o estoque de drogas apreendidas e evitar acúmulos nos depósitos da polícia.

Segundo o delegado Rafael Falcão, da 8ª Deic, o processo de incineração obedece a um rígido protocolo de segurança. Ele destacou que, na região sul do estado, a unidade tem atuado diretamente no combate ao tráfico. “A Deic é responsável, no sul do estado, pelo enfrentamento direto ao tráfico de drogas. Essa queima é parte de uma estratégia contínua para não deixar acumular entorpecentes”,  afirmou o delegado.

Região estratégica preocupa autoridades

O delegado regional de Gurupi, Joadelson Rodrigues Albuquerque, reforçou que o Tocantins ocupa uma posição estratégica no mapa do tráfico, por fazer divisa com seis estados.  “O Tocantins está no centro do país, faz divisas com seis estados, por isso tem uma posição estratégica do ponto de vista da logística, inclusive para o tráfico de drogas. Diante disso, o nosso foco é intensificar as ações no âmbito da Operação Protetor, identificar essa movimentação criminosa e agir, retirando traficantes e drogas de circulação e protegendo assim a população da região dos mais diversos crimes que o tráfico de drogas acaba desencadeando”.

Operação Protetor segue ativa

A destruição das drogas aconteceu no contexto da Operação Protetor, um esforço nacional de combate ao crime organizado coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça. A operação unifica iniciativas anteriores e busca desmantelar redes criminosas que atuam nas fronteiras e em áreas de influência estratégica, como o Tocantins.

 

 

 

Foto de Flávia Ferreira
Flávia Ferreira
Flávia Ferreira exerceu diversas funções no campo da comunicação ao longo de sua trajetória profissional. Iniciou como arquivista de texto e imagem evoluindo para a posição de locutora de rádio. Ao longo do tempo, expandiu a atuação para a área de assessoria de comunicação, desempenhando papéis importantes em órgãos como a Secretaria da Comunicação (Secom), Detran e a Secretaria da Administração (Secad), no Tocantins. Flávia Ferreira é graduada em jornalismo pela Universidade Federal do Tocantins - UFT
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