Você tem que querer (questões empresariais – ficção).

Rogério Lopes* - 06/02/2019

Um dia desses presenciei um diálogo do inicio de um negócio como não participante.

Sem dar palpites, ouvi atentamente para fins de absorver aprendizado e quem sabe expertise.

Em síntese o assunto era assim:

“Captei um contrato de lavanderia num hotel, vou comprar o maquinário inicial para constituir o negócio e mãos a obra, com o tempo vou tendo conhecimento no serviço é ganhar dinheiro.”

A comunicação foi simples assim, considerei uma ótima empreitada.

 Evidente, apoio qualquer que seja a iniciativa lícita de gerar renda e começar empreendimentos de sucesso.

Tecnicamente, considero que aquele que inicia uma atividade econômica deveria explorar outras vertentes da ciência administrativa, que existe para auxiliar pessoas que queiram explorar o mundo dos negócios amparado pelo método científico.

Detalhes de lado, meus comentários.

Você tem que querer iniciar “algo” que lhe traga prazer, alegria é renda, acredito nestes passos para iniciar empreendimentos corporativos.

Os negócios da atualidade devem ter propósitos de geração continua de satisfação individual e coletiva com renda para seus proprietário e acionistas, bem como atender diversos agentes econômicos (famílias, governo, fisco, outros), além da sustentação do processo empresarial (organizacional, ambiental, social, etc).

Assuntos como: lucro, risco associado à perda e prejuízo devem ser muito bem esclarecidos por meio de planos escritos para que sejam maximizado (lucro) e minimizado (risco e prejuízo).

Neste ínterim, relembro minha vida acadêmica, em especial das aulas de teoria geral de administração – TGA, onde com propriedade cientifica estudávamos o sistema empresarial como organismo vivo e representativo, onde manutenção, manipulação, apoio, estudos e planos, tendiam a evitar a falência empresarial.

Noções como entrada, processamento, saída e retroalimentação, são princípios de sistemas, independente se vivo (orgânico) ou organizacional, estas proposituras devem ser levadas em consideração aos aspirantes em negócios, desde a fase de concepção de ideia até sua continuidade secular.

Há ideia é avançar, o tempo é para acertos e sucesso.

Para finalizar, conto uma fábula do riquíssimo homem que queria entender a linguagem dos animais, que até hoje não conseguiu, negócio complicado.

Negócios devem gerar lucro, e lucro sustentável.

Bons resultados e Deus abençoe.

 

Rogério Lopes, é crente em JESUS CRISTO, Facilitador em Finanças da Família, Administrador de Empresas, Especialista no Agronegócios,  Articulista em Negócios, Corretor de Imóveis,  Perito Avaliador Imobiliário e Colunista do site JUSTOCANTINS.  [email protected]

 

 

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